O “ano novo”começa pra valer a partir desta segunda-feira. Pelo menos na política arcoverdense, é que o ano começa a contar. Passado o carnaval Folia dos Bois que não conseguiu mais um ano ter um bom público na praça, sendo um fiasco, o calendário pressiona as definições que devem ser oficializadas até junho, mês-limite para a realização das convenções partidárias. Muito do que foi dito e articulado até então pode não mais fazer sentido. Talvez sirva apenas para dar um indício do que virá. A partir de agora as decisões serão tomadas de fato.
De um lado os governistas esperam a “decisão oficial” do Cacique Zeca que ainda curte o sol forte de Cancun no México, na volta deverá anunciar o óbvio, a vice-prefeita Madalena Brito (PTB) será sua candidata. A briga agora é para saber quem será seu vice, se Geovane Freitas (PTB) (o mais provável) por ser um homem de confiança, Wellington Araújo (PTB) que pode trazer o apoio do PT de Arcoverde ao palaque governista, já que a bem pouco tempo atrás era petista de carteirinha ou se vai pagar tudo o que deve ao vereador Luciano Pacheco (PSD) lhe indicado.
Do lado da oposição, Israel Guerra vem procurando se viabilizar como candidato aparecendo nas duas últimas pesquisas do Instituto Multipla/ Rádio Independente FM com o maior percentual e a menor rejeição entre os oposicionistas. Difícil vai ser os Caciques Rosa Barros, Julião Guerra, Erivânia Camêlo e Ângelo Ferreira conseguir convencer o ex-vereador João Justino (PSB) que ainda não é o momento dele.
Evidente que os números terão papel fundamental no futuro de pré-candidaturas. Pesquisas determinarão quem, de fato, tem condições de brigar pela Prefeitura de Arcoverde em jogo em outubro. Óbvio que aparecerão resistências e esperneios. Mas a verdade é que o ensaio acabou. É hora de entrar em cena. Ao vivo. Claro que os que podem pagar terão à disposição truques elaborados nos laboratórios do marketing político. Os demais, serão obrigados a se virar no discurso, no corpo a corpo, nas ruas. As redes sociais, estimam estudiosos do tema, poderão democratizar a disputa. Mas o peso exato que as ferramentas terão ainda não é possível prever. O certo é que está chegando a hora. E se a folia de Momo foi um momento de “liberar geral” e descansar é também o marco que separa a fase das negociações da hora de se colocar o preto no branco.
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